terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

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O banco de jardim de Cadiz

2 comentários:

Anónimo disse...

Tantos bancos e tão pouco descanso nos dão!
Sentado no largo, cruzado, de perna e dedos cruzados.
Calor que tudo liquefaz. Liquida.
No largo, no banco, debaixo do liquidâmbar, numa profunda deliquescência, leio.
Mais ao largo, o offshore.
Faço off ao meu dia.

Anónimo A

José Miguel Gervásio disse...

Ah!