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Mensagens

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Um tipo qualquer.

Um dia qualquer um tipo qualquer com sapatos.

Na cabeça uma coisa qualquer, provavelmente uma ideia atrás da outra.

A vida que me sabe tão bem a bife panado desprende-se até à hora de me deitar.

É mais ou menos directo.



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Eles estavam sentados os dois perto de um grande reservatório de água.É um autêntico espelho - disse um deles.O outro nada disse.Caminharam pela beira do lago.O lado de lá fica longe - disse um deles.O outro continuou calado.Eles continuaram durante um dia e uma noite sem parar.Até que pararam e desistiram da ideia de alcançar o outro lado.Havia uma árvore nesse sítio amigável.Verteram mel nas mãos e separam-se.Eles nunca mais se viram.Postado com o Blogsy

220

Levo uma ideia na cabeça.

Deito-lhe água por cima.

Verto mel lá para dentro.

Vou respirar o mais lentamente que conseguir.

Não vou ler mais nada daquela linha para lá.

Ser do vermelho, e das outras cores, sem receio.

Trazer a pele à superfície.

Verto mel outra vez.

Bebo água.

Respiro.

Dos passos.

Passeio num quintal arborizado.

Deito o olhar.

Desvio o olhar.

Dou passos e pergunto quanto é.

Safo-me mal.

Pede-me uma moeda.

Não dou moedas.

Um sorriso serve?

Sigo por ali, antes de lá chegar volto para trás.

Pede-me uma moeda outra vez.

Não tenho moedas.

Vou por outro sítio para onde quero ir.

Dou passos pesados.



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Vem aí um Navio, de poesia!

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Afectado por uma coisa que se chama carvão, vou estar a Bach o dia todo. O padecimento assemelha-se a uma espécie de Melancolia Candida Bilis. Coisa benigna que dá quando o lápis pensa a tracinhos. É caminho que gosto de fazer, desaparecer no branco.Postado com o Blogsy

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A ver Navios.Postado com o Blogsy