quarta-feira, 17 de outubro de 2012

212

No próximo Sábado há riscos em livros e livros de riscos, ou de risco.

Vai lá estar o meu livro-caixa, "No teu corpo de nozes".

Chove!

 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

É o 211

 

À mesa, disse-me um amigo, não há muito tempo. Ele é como um grande coelho cor-de-rosa que passa nas costas de um grupo de jogadores de cartas. Ele é simultaneamente o coelho, os jogadores, o mobiliário onde se sentam e jogam, as cartas e a essência do jogo. Descreve o tempo, a solidão e a qualidade de cada momento, como se tudo, mas mesmo tudo, pudesse ser pintado no mesmo plano.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

209 do Hughes

Gosto das coisas que ele deixou escritas. Vi alguns dos episódios The shock of the New. Disse, ou escreveu contra uma certa arte contemporânea, daquela que me aborrece de morte, cheia de lantejoulas, de tachos e panelas, que sem inventiva habita os grandes palácios, que usa diamantes e crânios sem ideias e que come sopa em latinhas coloridas: "Na arte não há progresso, apenas flutuações de intensidade". Disse.
Também li aquela sua magnífica biografia sobre o Goya*. Os nossos monstros, são os monstros de toda a gente. Fico-lhe agradecido pelo livro. Sobretudo convencido, quem cria tem, ou teve, as mesma visões fantásticas do mundo; quando a moral adormece ( e é bom que ela adormeça) solta-se a imaginação.
Morreu o Hughes.
Ainda hoje te faço um desenho pá. Pode ser que gostes.

*Goya. Hughes, Robert. Vintage 2004.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

206

Soube agorinha mesmo que o número 10.000 é alguém que vive nos Estados Unidos da  América do Norte (Mountain View?).

Fica o meu e-mail, para poder reclamar o seu desenho: jmgervasio@gmail.com

Até breve.

205

OFEREÇO UM DESENHO AO VISITANTE NÚMERO 10.000

Um desenho a preto e branco. Os outros, a cores, dão uma trabalheira danada.

:-)

204


O banco de jardim de Alexandria