Gosto das coisas que ele deixou escritas. Vi alguns dos episódios The shock of the New. Disse, ou escreveu contra uma certa arte contemporânea, daquela que me aborrece de morte, cheia de lantejoulas, de tachos e panelas, que sem inventiva habita os grandes palácios, que usa diamantes e crânios sem ideias e que come sopa em latinhas coloridas: "Na arte não há progresso, apenas flutuações de intensidade". Disse.
Também li aquela sua magnífica biografia sobre o Goya*. Os nossos monstros, são os monstros de toda a gente. Fico-lhe agradecido pelo livro. Sobretudo convencido, quem cria tem, ou teve, as mesma visões fantásticas do mundo; quando a moral adormece ( e é bom que ela adormeça) solta-se a imaginação.
Morreu o Hughes.
Ainda hoje te faço um desenho pá. Pode ser que gostes.
*Goya. Hughes, Robert. Vintage 2004.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
206
Soube agorinha mesmo que o número 10.000 é alguém que vive nos Estados Unidos da América do Norte (Mountain View?).
Fica o meu e-mail, para poder reclamar o seu desenho: jmgervasio@gmail.com
Até breve.
205
OFEREÇO UM DESENHO AO VISITANTE NÚMERO 10.000
Um desenho a preto e branco. Os outros, a cores, dão uma trabalheira danada.
:-)
domingo, 29 de julho de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
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