FIM (como no cinema)
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
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domingo, 7 de agosto de 2011
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História de uma peça que não quer nascer
Uma das entidades pousou no interior da grande torre. Os operários sorriram. A coisa ficou a viver lá dentro para alegria de todos. Nada mais a declarar, regressaram ao trabalho.
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Foda-se, bem podias ter trazido o recorte do Expresso, sempre te via a rir de ti mesmo.
Tens vergonha desse dom, do de escrever aquelas coisas todas bestiais? Ou é só tanga para usar ao Domingo? O teu livro novo tem poemas a cheirar a cona que se fartam. Eu cá, muito da Abissínia da Fonseca, gosto muito.
Dele mesmo, do Luis Serra,
Tudo Voltaire ao cabaré
Poética de manhã
escreverei ave ou jangada
ou uma infância a pedalar
escreverei teatro de marionetas
fenómenos e pancadas
escreverei amor num Volkswagen
sábado, 6 de agosto de 2011
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História de uma peça que não quer nascer.
No fim do dia, esperando que as línguas se não lhes tivessem misturadas umas com as outras, sentaram o cansaço no chão do estaleiro. Os operários deixaram que alma se soltasse do fardo do trabalho. Um deles falou e todos compreenderam o que disse. Apesar de construída em altura, não trouxe a Babel má fortuna. Depois, no ar dos assobios, tocou a sereia. O apito fez com que todos recolhessem as mãos. Amanhã há mais poesia e pó branco de polir.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
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